PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BARREIRAS NÃO CONTÉM MENÇÃO À IDEOLOGIA DE GÊNERO

Em discurso, Presidente Gilson Rodrigues destaca importância da valorização da família

Apresentado em 2016 e retirado pelo Executivo devido, principalmente, as discussões em torno da Ideologia de gênero, o Plano Municipal de Educação, analisado e estruturado pela nova gestão, foi apreciado na noite desta terça-feira, 19, e aprovado por 17 votos a favor, contando com o do presidente que fez questão de opinar na matéria. Já as emendas ao projeto 016/2017 foram aprovadas por 16 votos a favor.

A Câmara de Vereadores retirou do Plano Municipal de Educação toda e qualquer menção à ideologia de gênero, por entender que o assunto não deve ser levado para a escola, primando principalmente pela defesa da família. Na Legislatura passada, o presidente Gilson Rodrigues, foi um dos que mais mostrou-se contra a inserção das questões de gênero no Plano, e por isso, teve grande participação na aprovação do PME sem a ideologia de gênero.

“Não podemos deturpar a inocência das crianças, principalmente com questões que já foram superadas pelo Plano Nacional de Educação e o Estadual e por muitas Câmaras de Vereadores e Assembleias Legislativas. A ideologia de gênero não tem comprovação cientifica. A minha bandeira aqui é a bandeira da família e o respeito a todo e qualquer cidadão. Cada um tem as suas escolhas, mas não posso ser conivente com a agressão que estão querendo fazer neste país com as crianças e as famílias”, disse o presidente Gilson Rodrigues.

A Câmara fez duas emendas ao Plano de Educação. Uma corrigindo as palavras e frases que remetem às questões de gênero. A segunda alteração proposta é uma emenda aditiva ao Artigo 12 do projeto 016, onde os vereadores dizem que o Poder Público não vai interferir na orientação sexual dos alunos, nem permitirá qualquer prática capaz de comprometer ou direcionar o natural desenvolvimento de sua personalidade.

Os vereadores, enfáticos, afirmaram que a decisão da maioria não é uma forma de preconceito porque a Câmara respeita e sempre respeitará a orientação sexual de cada um. A votação aconteceu de maneira democrática. Houve apenas um voto contrário às emendas ao PME. A apreciação do projeto foi acompanhada por representantes de igrejas e de outros segmentos da sociedade civil organizada.

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